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Divino – Grupo de Lactantes pedem inclusão no grupo prioritário da Vacina Covid

Anticorpos gerados pela vacina contra Covid podem passar para bebês pela amamentação

Um grupo de lactantes de Divino aderiu a uma companhia nacional mobilizando uma ação, para que sejam incluídas no grupo prioritário da vacina Covid-19. Segundo Jane Iara Oliveira Costa, a intenção não é cortar fila e apenas serem incluídas no grupo prioritário, como várias outras cidades estão aderindo.

Em Santa Catarina uma moção de apoio e solidariedade foi solicitada pelo movimento “Lactantes pela Vacina Santa Catarina”, com o objetivo de incluir o grupo no Plano Municipal de Imunização. Ao longo do documento, inúmeros fatores que validam o pedido foram elencados pelo grupo. “Pesquisas e estudos vêm demonstrando que os anticorpos da mãe vacinada são transmitidos ao bebê através do leite materno sem riscos para o lactante, o que garante a proteção de duas pessoas a partir de uma única vacina”.

Bárbara Alves Alcon, Presidente da Câmara Municipal de Divino já esteve reunida com a Secretária de Saúde do município que disse que irá intervir a favor das lactantes.

Um abaixo assinado também foi criado pelo grupo para reforçar o movimento:

https://www.change.org/p/prefeitura-de-divino-vacina%C3%A7%C3%A3o-para-lactantes-divino-mg?recruiter=1204585062&utm_source=share_petition&utm_campaign=share_for_starters_page&utm_medium=whatsapp&utm_content=washarecopy_28968363_pt-BR%3A4&recruited_by_id=b044af10-b6b1-11eb-a78c-4fad0fc69a5f

Uma análise feita pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), a partir de mais de 100 estudos clínicos, concluiu que mães imunizadas contra o novo coronavírus passam anticorpos para os bebês pelo leite materno.

De acordo com a pesquisa, os anticorpos podem prevenir a infecção ou reduzir a gravidade dos sintomas dos bebês.

Nos casos de mães já vacinadas, parte da resposta imunológica vai para o bebê. Este foi o caso da técnica de enfermagem Vanessa Guedes e sua filha Valentina.

“A gente conversou muito com médicos ginecologistas que defendem a vacina, e eles disseram para não termos medo. Eu preferi tomar a vacina. A Valentina não apresentou sintoma e nenhum tipo de efeito”, conta Guedes.

A bióloga e coordenadora dos estudos, Patrícia Gama, afirma que o objetivo da pesquisa é entender o quanto o leite pode ser utilizado como uma forma de se obter os anticorpos não somente através da amamentação direta entre mãe e filho. “Isso pode ser uma fonte importante também para as crianças que dependem de bancos de leite”, analisa.

O movimento é nacional, veja abaixo o perfil no Instagram que defende o movimento:

https://www.instagram.com/p/CPMXr2LliaV/?utm_medium=copy_link

Jane Iara Oliveira Costa e o restante do grupo, espera que os vereadores e autoridades possam apoiar o projeto e intervir em prol das lactantes porque uma vacina irá mais de uma pessoa.

Uma deputada também já fez um requerimento pedindo a prioridade para as lactantes, veja abaixo:

Sobre Antenor Gonçalves Neto

Jornalista - DRT 18587/MG

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